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Obrigada por ter participado do nosso Quiz

Esse quiz tem um propósito informacional e não caracteriza nenhum tipo de diagnóstico ou tratamento. 

 

Vale um lembrete, você pode ter mais de um resultado (os hormônios trabalham em sinergia). 

Também acontecer de os resultados parecerem contraditórios, mas é isso mesmo, isso pode acontecer (ex.: cortisol alto e baixo). 

 

Conforme as respostas que você preencheu, abaixo estão os pontos que você precisa se atentar em relação à sua saúde hormonal.

Cortisol Baixo

As suas respostas apontam para sintomas de um cortisol matinal baixo. Neste quadro, você tende a demorar para acordar de verdade ou pode acordar cansada mesmo tendo dormido bem ou o bastante, isso pode te levar a precisar de café para começar o dia, não só pelo paladar, mas pela necessidade de ter um empurrão para iniciar suas atividades.

 

Você pode se sentir menos tolerante a situações que antes aceitava bem, como resolver um problema do dia a dia, o que te faz se sentir cansada ou sem motivação.

Ação recomendada:

O cortisol só fica reduzido, quando estamos passando por um estresse de médio a longo prazo. Esse estresse pode ser emocional ou psíquico, mas também fisiológico, como é o caso de um processo alérgico, sensibilidade alimentar ou exercícios extenuantes sem descanso e reposição de nutrientes adequados.

 

O primeiro passo é tentar identificar estes gatilhos. O segundo passo é trabalhar na recuperação de nutrientes que foram eliminados neste processo de estresse e fazer uso de ervas, hábitos e suplementos para sua restauração para recuperação das adrenais, o órgão responsável pela produção do cortisol.

 

Comece incluindo este shot matinal abaixo para dar suporte às suas adrenais, dentro de 30min após ter acordado, por pelo menos 1 mês.

 

100ml de água de coco

1 polpa de acerola ou 1 limão espremido

pitada de sal (1/3 tampa de caneta bic ou colher de café)

 

OU consuma 1 xic de melão com 1 limão espremido e sal (1/3 tampa de caneta bic ou colher de café)

Cortisol Alto

As suas respostas apontam para sintomas de um cortisol alto. Neste quadro você pode se sentir agitada pela manhã ou ao longo do dia, e pode ter dificuldade em dormir, mesmo que cansada. Pode ser frequente a sensação de estar a mil por hora, tanto nas ações quanto nos pensamentos, e não conseguir relaxar quando permitido. Você pode se irritar com mais facilidade e ter estes sintomas piorados no período pré menstrual, que também pode ficar alterado (mais curto ou mais longo que seu padrão), pois pode impactar na sua capacidade de produzir progesterona. É comum neste contexto as pessoas sentirem palpitações, ansiedade, mais vontade de comer doce, muitas vezes chocolate, e sentir um aumento de acúmulo de gordura abdominal.

Ação recomendada:

A produção aumentada de cortisol é nossa resposta à luta. Por alguma razão seu corpo sente estar enfrentando uma situação de luta ou enfrentamento, geralmente envolvida com algum tipo de estresse por demandas emocionais, psíquicas ou por falta de descanso adequado. Isso é saudável quando pontual, e quando conseguimos retornar ao nosso nível de equilíbrio. Mas deixa de ser saudável quando passa a ser constante e não conseguimos retornar ao nosso equilíbrio.

 

Entender os gatilhos é um fator crucial. Este gatilho pode ser um contextoem que está vivendo, ou um comportamento onde você precise atuar.

 

A nossa má alimentação e nutrição podem intensificar o quadro. Por outro lado, a alimentação e nutrição adequadas (reposição de nutrientes, ervas restauradoras e boa digestão) são essenciais para restaurar o equilíbrio hormonal e a resiliência.

 

A atividade física, que te dá prazer, assim como técnicas de relaxamento e meditação são outros excelentes aliados, e podem ser uma válvula de escape para liberar seu estresse e te tirar de um ciclo vicioso.

 

Da parte da nutrição, preste atenção especial a reposição de magnésio, um dos primeiros nutrientes a ficarem deficientes no estresse. Passe a incluir diariamente alimentos fonte de magnésio como: semente de abóbora sem casca (torrada), cacau 100% ou 30g chocolate acima de 70%, folhas verde escuras (pelo menos 2 xic por dia), aveia orgânica, além de suplementos de magnésio (quelato, glicina, malato, ou magnésio inositol).

Progesterona Baixa

As suas respostas apontam para um nível baixo de progesterona. A progesterona é produzida a partir da nossa ovulação. Caso você não esteja usando nada que bloqueie sua ovulação (como anticoncepcional hormonal), este desequilíbrio pode ser causado por quadros de alteração no cortisol, deficiência de nutrientes, alterações na tireóide ou desequilíbrio do estrógeno (predominância estrogênica).

 

Mulheres com baixo nível de progesterona podem apresentar gotejamento pré menstrual (sangue pingando por dias antes de descer a menstruação), dificuldade em engravidar ou abortos, sentir sintomas pré menstruais bem intensos com alteração de humor, enxaqueca, acne, dor nos seios e insônia.

Ação recomendada:

O nível baixo de progesterona é resultado de um desequilíbrio do corpo como um todo. 

 

Um passo importante é entender qual destes pilares estão precisando de atenção: tireóide, estresse, estrógeno, ingestão e absorção adequada de nutrientes, detoxificação.

Predominância Estrogênica

As suas respostas apontam para um perfil de  predominância estrogênica. Isso significa que seu estrógeno está acima do que deveria estar no momento em que a progesterona deveria estar dominando (que é na segunda fase do ciclo).

 

Neste perfil, você pode apresentar os sintomas de deficiência de progesterona, além de menstruação intensa e talvez dolorosa, uma maior facilidade em acumular gordura na região dos quadris e coxas e em ter celulite, mesmo com uma alimentação saudável e praticando exercício físico. Você pode ter experimentado maior dificuldade em se adaptar aos anticoncepcionais hormonais (se já os utilizou), assim como propensão para formação de miomas ou eventualmente endometriose. 

 

Isso tende a ter fatores genéticos envolvidos, assim como questões de detoxificação, equilíbrio da microbiota intestinal e o seu momento de vida (como é o caso da perimenopausa/climatério).

Ação recomendada:

A boa notícia é que a nutrição pode ajudar muito neste processo, atuando em diferentes vias e amenizando ou eliminando os sintomas da predominância.

Estrogênio Baixo

As suas respostas apontam para nível de estrogênio baixo, que podem ser marcados por sintomas como secura vaginal, de pele e mucosas (olhos, articulações), dor na relação por falta de lubrificação, libido baixa, menstruação ausente, infecções urinárias de repetição, calores noturnos ou dificuldade para dormir e dificuldade para engravidar.

 

A falta de estrógeno é comum nos anos que antecedem a menopausa e durante a menopausa, mas também pode acontecer com o uso de contraceptivos a base de progestinas (ex. levonorgestrel, etonogestrel) e por alterações hormonais como a amenorréia hipotalâmica, que tem muito envolvimento da nutrição.

Ação recomendada:

Se você está em idade fértil e se encontra com baixo nível de estrógeno, precisa investigar as causas que pode ser por deficiências calóricas, baixo peso corporal ou baixo percentual de gordura corporal, excesso de atividade física, estresse físico ou emocional ou deficiências de nutrientes e mesmo excesso de fitoestrógenos (o que pode acontecer em alimentação vegana por exemplo). 

Testosterona Alta

A testosterona alta em mulheres pode trazer sintomas como a dificuldade em ovular, o crescimento de pelos em lugares não esperados (rosto, peito, braços, abdômen), acne na região da mandíbula, cabelo com oleosidade, afinamento e queda, ciclos longos.

Ação recomendada:

No aumento de testosterona é crucial trabalhar no equilíbrio da glicemia, mesmo que você não tenha um diagnóstico clássico de resistência à insulina. 

 

Evite doces, massas e alimentos refinados (pães, bolos, bolachas), bebidas adoçadas (mesmo sucos naturais com sabor doce) e álcool.

Tireoide Baixa

As suas respostas apontam para uma baixa atividade da tireóide. 

 

Você pode sentir sintomas como perda de cabelo (inclusive sobrancelhas e cílios), unhas finas e frágeis ou com riscos parecendo código de barras, maior sensibilidade ao frio, fadiga constante e principalmente pela manhã, raciocínio lento e falta de suor (mesmo quando se exercita).

 

Isso pode acontecer mesmo que você já consuma medicamentos para a tireóide, ou até mesmo se já retirou a tireóide, pois ainda pode existir um hipotireoidismo celular – o hormônio ativo (T3) não está chegando de forma suficiente nas suas células. 

 

A tireóide trabalha em cooperação com a progesterona e pode ser atrapalhada pelo excesso de estrógeno. A saúde intestinal, além da adequação de nutrientes essenciais para a tireóide (iodo, selênio, zinco, ferro, vit A, vit D) também são importantes para seu funcionamento.

Ação recomendada:

O primeiro passo para tratar a tireóide é entender seus gatilhos, que podem ser de origem autoimunes, por deficiência de nutrientes, intoxicação por cloro/flúor ou metais e desequilíbrios hormonais entre estrógeno e progesterona e insulina.

Problemas Digestivos

As suas respostas apontam para problemas digestivos. 

 

Esta pode ser a base para muitos desequilíbrios hormonais e a baixa absorção de nutrientes. 

Ação recomendada:

Passe a cuidar da sua digestão, tendo refeições mais tranquilas, mastigando muito bem os alimentos e usando a mistura abaixo logo antes das refeições:

 

1 col café (ou ½ colher de chá) de gengibre em pó diluído em 30-50ml de água com uma pitada de sal e uma pitada de mel, antes das suas refeições. Pause o processo se sentir dor de estômago.

 

Se consome leguminosas (feijão, lentilha, grão de bico) vale lembrar que precisam obrigatoriamente ficar de molho antes do cozimento por pelo menos 12h, com 1 col sopa de vinagre ou limão, trocando a água de 2-3x.

Se você não tem nenhum dos sintomas mencionados, parabéns! Você pode estar muito bem de saúde, ou pelo menos sem alterações hormonais aparentes.

Recomendação Especial

A mulher é cíclica, e passa por suas diferentes fases ao longo do mês e ao longo da vida.

 

Conforme nos aproximamos mais dos 40 anos, estamos mais suscetíveis a ter variações hormonais naturais, com o desequilíbrio da progesterona e predominância do estrógeno. 

 

Isso não é a menopausa, mas um processo de transição que se inicia.

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